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Curso de Verão FFLCH: A Fotografia como Escrita Etnográfica: estudos de caso a partir do futebol de várzea
Sobre o Curso:
Este curso tem como objetivo apresentar e discutir as diversas formas de usar a fotografia como escrita etnográfica. Os participantes serão conduzidos por diferentes maneiras de construir narrativas visuais, desde a produção fotográfica em campo até o trabalho de pesquisa com acervos, tendo o futebol de várzea como estudo de caso central.
Objetivos:
- Contextualizar historicamente o uso da fotografia na antropologia.
- Apresentar e problematizar o trabalho com acervos fotográficos em pesquisa.
- Explorar metodologias para a construção de narrativas visuais etnográficas.
- Discutir a prática de uma fotografia imersiva em campo.
- Refletir sobre as possibilidades de articulação entre texto e imagem na produção do conhecimento antropológico.
Informações Práticas
Período do Curso: 03 a 05 de fevereiro de 2026 (Terça a Quinta)
Horário: 19h00 às 22h00
Curso Online (plataforma Google Meet). Instruções de acesso serão enviadas por e-mail após a matrícula.
Investimento: Gratuito
Carga Horária: 9 horas
Certificado: Emitido para participantes com mínimo de 75% de frequência. Os certificados serão enviados por e-mail após a conclusão.
Vagas: 70
Coordenação: Profª. Dra. Rose Satiko Gitirana Hikiji
Ministrante: Evandro Lima dos Santos
Promoção: Comissão de Cultura e Extensão Universitária da FFLCH.
Como se Inscrever:
Período de Inscrições: De 23/01/2026 (às 09h) a 25/01/2026 (até 23h59).
Processo: As matrículas serão realizadas por meio de sorteio.
Passo a Passo:
- Faça sua inscrição online no Sistema Apolo (link disponível no portal da FFLCH).
- O sorteio será realizado automaticamente pelo sistema no dia 26/01/2026.
- Resultado: Quem for sorteado estará automaticamente matriculado. Não é necessário confirmar. Basta aguardar o contato dos ministrantes com as instruções por e-mail.
Links e Mais Informações
Programa Completo do Curso: https://sce.fflch.usp.br/programa-1425
Página Oficial do Curso: https://sce.fflch.usp.br/node/6535
Dos dias 11 a 13 de dezembro ocorrerá o 1º Colóquio NAU Estudos Cemiteriais. O evento tem o objetivo de – a partir dos desdobramentos do grupo de pesquisa NAU Estudos Cemiteriais da FFLCH, que surgiu em 2019, mostrar os estudos da área de conhecimento recente, o da antropologia da morte, dos mortos e do morrer. Também de revelar os avanços das pesquisas do laboratório em questão.
Desde a pandemia, a área tem recebido novos pesquisadores e desdobramentos de pesquisa. Também há o impacto causado pelas recentes privatizações do setor funerário na cidade de São Paulo, muito midiatizados, e com muitas consequências para a população em geral.
O laboratório tem articulação com o Grupo de Estudos de Antropologia da Morte (Geam), sediado na Universidade Federal do Pará (UFPA), e conta com pesquisadores de diversas universidades brasileiras. No exterior, tem articulação com universidades de outros países, especialmente a Universidade de Rovuma (Moçambique), na figura do professor António Alone, docente na Faculdade de Ciências Sociais e Filosofia daquela instituição.
Nos dias 11 e 12, ocorrerão mesas e palestras n o Centro MariAntonia, parceiro do colóquio. Já no dia 13, sábado, haverá atividades externas com oficina pelas ruas do bairro do cemitério do Araçá conduzida pelo estúdio Ceda el Paso e visita monitorada no Cemitério do Araçá promovida pelo Patrimônio Cultural Funerário SP e O que te Assombra.
Programação:
Dia 11/12 (quinta-feira) – Salão Nobre do Centro MariAntonia
Manhã (10h00–12h00): Palestra de abertura com José Guilherme Cantor Magnani (FFLCH-USP) sobre “Antropologia urbana: quando o campo é o cemitério”.
Intervalo para almoço
Tarde (13h30–15h30): Mesa redonda do LabNAU-USP: “Cemitério (também) é cidade”, com Aline Santos, Isabella Latorre, Marianna Sanfelicio, Pedro Lima e Priscila Cevada.
Intervalo (15h30–16h00): Divulgação de livros.
Tarde (16h00–18h00): Mesa redonda “Memória e Patrimônio”, com apresentações sobre expedições etnográficas em Paranapiacaba e sobre patrimônio funerário e necroturismo.
Dia 12/12 (sexta-feira) – Salão Nobre do Centro MariAntonia
Manhã (10h00–12h00): Palestra híbrida com António Alone Maia, Salvador Manuel de Sousa e Sóstenes Valente Rego sobre “Contextos fúnebres nas sociedades africanas” e desafios glocais em Moçambique.
Intervalo para almoço
Tarde (13h30–15h30): Mesa redonda do GEAM: “A morte, os mortos e o morrer: práticas, memórias e afetos”, com Elisa Rodrigues, Marcelo Alves e Weverson Bezerra.
Intervalo (15h30–16h00): Divulgação de livros.
Dia 13/12 (sábado) – Atividades de campo
Manhã (das 09h00 às 14h00): Oficina “Caminhando entre araças, lápides e araucárias: a cidade ao redor dos cemitérios paulistanos”. Com Estúdio Ceda El Paso (Jessica Andrade e Ricardo Silva)
Inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfGlbg4mokSsAaqgwKknbYIRd5xJGwTCeRYG32y2Nn174Bspg/viewform
Tarde (15h00 às 17h30): Visita monitorada “Araçá e suas vozes” no Cemitério do Araçá, conduzida por Viviane Comunale (Patrimônio Cultural Funerário SP) e Thiago Souza (O que te Assombra).
Inscrição: https://www.even3.com.br/sao-paulo-1312-as-15-00-visita-monitorada-araca-e-suas-vozes-670426/
Participe dessas reflexões sobre antropologia urbana, memória, patrimônio e as múltiplas dimensões sociais e culturais dos espaços cemiteriais.
Chamada para dossie ponto urbe.
As propostas devem ser submetidas pelo e-mail: pontourbe@usp.br para serem avaliadas pela Comissão e direcionadas à pareceristas.
Mais informações sobre as normas para publicação podem ser encontradas em: https://journals.openedition.org/pontourbe/3512
Ficamos à disposição,
Comissão Editorial da Ponto Urbe - Revista do Núcleo de Antropologia Urbana da USP